Posterous theme by Cory Watilo

Mercado Financeiro tem muito de estratégia, lógica, abstração, regularidade, modularidade e disciplina como na Computação

Esse texto eu escrevi inicialmente para o colega de trabalho Cleber Mira em novembro de 2011 e depois alterei o contexto das frases e assim, achei que ficou bom para ser publicado como post.

Eu  costumo falar com colegas, com amigos e amigas, geralmente só de passagem e não  me lembro com quem foi e conversando com o profo Meidanis na Scylla, um dia de 2011 sobre planejamento de atividades, eu acabei lembrando da minha atuação no mercado financeiro à vista, leia-se, ações ou ativos.

Eu voltarei a investir em ações da BMF&Bovespa e para relembrar e treinar, voltei a participar do 

"O Folhainvest é uma simulação de investimento, disponibilizada via Internet, promovida pela BM&FBOVESPA S.A. - BOLSA DE VALORES, MERCADORIAS E FUTUROS ("BM&FBOVESPA") e pela Empresa Folha da Manhã S/A ("FOLHA"), cujo objetivo é proporcionar ao público familiarização e conhecimentos básicos sobre o mercado de ações, permitindo aos Participantes vivenciarem o seu funcionamento. "

É uma carteira fictícia de R$  199.989,20 que pode ser usada para comprar ativos de empresas (ações) e outras aplicações. Não sei bem quais estão disponíveis. A cotação é feita com os dados da bolsa online.

É muito bom para aprender. Eu tirei meus medos com esse concurso. Se a ação subia 3%, eu queria vender :). Desse jeito, nem paga a corretagem. :) Como é para aprender, não tem problema perder dinheiro nessa carteira fictícia.

Eu já operei no mercado à vista entre 2004 a 2008. Depois eu apliquei em fundo de ações (sem alavancagem=sem derivativos), cujo índice tenta obter resultado melhor que o índice da bolsa. Também existe clube de investimentos, mas eu não gosto da idéia.

A minha estratégia é de curto prazo (até alguns meses; de especuladora; o mercado precisa dessas pessoas) e de longo-prazo (décadas, investidor) que demanda 2 horas por dia para comprar ou vender, entre as 15 e às 17h, quando tudo já está fechado no mercado à vista, menos a bolsa. Eu não opero no intraday (entra e sai do mercado à vista em 7 dias) e nem no derivativos (contratos futuros). Esse perfil exige 100% do tempo para esse trabalho. Talvez ainda faça uma operação de mesa ou trava de baixa (derivativos) que já vem com a proteção.

Uso análise técnica (gráfica) para entrar numa posição vencedora e a análise fundamentalista para escolher o ativo. Eu acredito que o preço da ação já reflete todo o mercado e notícias e que quanto mais se usar a análise técnica, mais podemos encontrar padrões nos gráficos de preço (comportamento do comprador e do vendedor) e assim, encontrarmos muitas oportunidades de posições vencedoras :) Eu ainda tenho muito a aprender Já li alguns livros de mercado financeiro e sobre como desenvolver estratégias, mas ando desatualizada sobre os novos títulos.

Já ganhei muito com Gerdau (ggbr04, goau4), Vale (vale5), Pão de Açucar (pcar4), Usiminas (usim5) e perdi com a ... esqueci, claro, perdi com ela, eu esqueci ... :) Vou ver minha planilha.

Também é legal ganhar dividendos, valores que entram mês a mês, a cada 3 meses, depende do ativo, na sua conta bancária sem que você venda a ação, somente porque você é portador dela. :) Os ativos de bancos apagam bons dividendos e os da Gerdau também.

Eu queria fazer propaganda do FolhaInvest que é realmente muito bom. ah, na bovespa tem cursos grátis para vários públicos, inclusive jovens e mulheres, alguns gratuitos, muito bons. Com economistas de academia. :)

O texto ficou longo. Me empolguei!

Leitura sobre Ciência da Informação

Eu recebi como lição de casa das aulas de redação científica (curso de extensão do IEL) resumir vários textos e um deles, eu achei muito difícil de entender na 1a leitura, pois é bastante filosófico. O autor Aldo Barreto é PhD, Presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação,

O texto tem 8 páginas. Depois de ler com mais calma, achei muito engraçado a maneira como o autor descreve os processos que ele estuda na Ciência da Informação! :)

O resumo que aparece na página do texto (que tem link para download do texto em formato PDF e link para página html) não é o do texto.

Uma boa leitura!

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Os Destinos da Ciência da Informação: entre o cristal e a chama

Resumo: Os caminhos da ciência da informação no próximo milênio estão certamente relacionados aos das estruturas e dos fluxos de informação. A relação entre o fluxo de informação e o público a quem o conhecimento é dirigido vem se modificando com o tempo, em função das diferentes técnicas que operam naquela transferência. O fluxo representa uma sucessão de eventos de um processo de mediação entre a geração da informação, por uma fonte emissora, e a aceitação da informação pela entidade receptora. A estrutura e o fluxo que interligam gerador e receptor vêm agregando qualidade à informação, em uma relação direta com as fases por que passou o desenvolvimento dos processos de transferência da informação, até a época da comunicação eletrônica, que viabiliza ainda com maior intensidade a interação que nos interessa observar. 

Palavras Chave:   Ciência da Informação; Conhecimento; Tecnologia da Informação; Impacto das Tecnologias da Informação

Abstract: The the relationship between information flow and public, which is exposed to knowledge assimilation, has changed its structural model. Information technology has played a major role in this changing process. Information Science and electronic communications are analyzed as a way of disseminating information, more profitable to the user than the oral or written process. The publicity of information and knowledge became more efficient and accessible in the computer era. 

Keywords: Information Science; Knowledge; Information Technology; Impact of Information Technologies 

Meu trabalho no 2o semestre do 2o ano de mestrado

Foram mais 6 meses no 2o ano de mestrado no IC-Unicamp.

 

O texto da dissertação chegou em 100 páginas, pois, na verdade, escrevi, além de outros assuntos, toda a teoria relacionada ao tema

 

- álgebra abstrata
- matemática discreta
- códigos corretores de erro
- códigos RAID, RS e Tornado
- redes de computadores
- sistemas de armazenamento de grande volume de dados
- sistemas de arquivos distribuídos
- redundância de dados

 

que acredito ser necessária ser conhecida para projetar e implementar  um código corretor de erros, um código de blocos linear cíclico ou acíclico para armazenamento de dados. Bom, isso talvez não faça parte da redação final da dissertação, pois boa parte do texto encontra-se em livros. O que ela tem de original é reunir a maioria dos conceitos em um único texto. Assim, a sequência é original (definições, teoremas, lemas, proposições) e as provas matemáticas para as proposições são de minha autoria. As provas de teorema, eu vou mencionar em que livro pode ser encontrada.

 

O texto continua em um repositório do github, mas atualmente não reflete mais as modificações das revisões mais atuais do texto desde janeiro de 2012, pois só alterei, recentemente, os agradecimentos.

 

Estamo usando o bitbucket para o trabalho de revisão dos textos.

 

Sim, eu coloquei o texto dos agradecimentos, muito antes de defender a dissertação, uma maneira que pensei ser adequada para publicar que a caminhada até o momento foi difícil, mas enriquecedora, das mais diversas formas, sob os mais diversos aspectos, alguns para mim, inimagináveis!

 

Ainda não comecei a contribuir para o código do Hadoop. Para isso, eu devo preparar alguns patchs e esse trabalho requer tempo e organização, coisas que estão escassas para mim desde setembro de 2011.

 

No 2o semestre de 2011, estive no PED, programa de estágio, para a disciplina MC202 turmas EF com o Profo Tomasz. Responder as dúvidas nos horários de atendimento, no laboratório e por e-mail e fazer uma avaliação dos projetos dos alunos tem me estimulado a desenvolver técnicas para meu aprimoramento profissional como aluna e como docente. E a dar muitas risadas nas aulas de laboratório também! Incrível como se pode fazer o mais difícil e deixar a organização do código para depois! Bom, eu também fiz isso quando comecei a implementar programas, então, ri do que já fiz mesmo! 

 

Uma das diferenças com relação a hoje, é que, quando fiz a graduação, o recurso máquina foi muito escasso. Tínhamos que "executar" os programas em "testes de mesa", registrando valor de variáveis, registradores, flags, para retirar erros mais básicos e com, um pouco de sorte, "rodar" o programa de primeira! Bom, eu já consegui isso, mas hoje, não é valorizada esse feito, pois os laboratórios estão melhor dimensionados para as turmas e muitos tem máquina em casa. 

 

Eu tenho participado, desde setembro de 2011, das atividades de implementação e testes do SinBiota, o Sistema de Informações Ambientais do Programa BIOTA/FAPESP, sob orientação do profo Joly. O SinBiota é um conjunto de programas software que combina uma aplicação web e bancos de dados com o objetivo de auxiliar os pesquisadores da área de biodiversidade a compreenderem melhor os seres vivos encontrados no estado de São Paulo, suas interações com o ambiente e sua participação em cenários de biodiversidade obtidos de ferramentas de modelagem. O objetivo principal é realizar a migração dos dados presentes na versão atual do sistema SinBiota para um protótipo do SinBiota em nova versão, que é uma evolução da versão atual e é um conjunto de serviços com novas facilidades e com o uso de tecnologias mais adequados ao avanço da pesquisa em biodiversidade. As atividades também incluem um conjunto de tarefas de desenvolvimento, documentação e manutenção dos demais sistemas de informação do programa BIOTA/FAPESP.

 

As atividades são regularmente executadas no escritório da empresa Scylla.

 

Os dias ficaram cheios, pois o trabalho do mestrado, eu faço à noite e nos finais de semana. Mas eu escolhi isso, então, nada de reclamar!

 

Pretendo retomar a codificação das minhas alterações no Hadoop, agora, em 2012.

 

A revisão do texto já foi iniciada e pretendo escrever um paper com minha orientadora. Ela é muito boa!

 

Acredito que escrever um paper irá me ajudar a retomar a escrita do código e a planejar os testes.

 

2011 terminou com muito trabalho, muitos relatórios, muitas novidades, novas amizades, muitos reencontros.

Algumas amizades vão ficar, outras, não. C'est la vie!

 

Papotech Episódio 125 sobre os 20 anos do Linux

Ouça o podcast dos meus amigos João Roberto Gândara e Vinicius Lobo do Papotech. É o Episódio 125  sobre os 20 anos do Linux.

Neste episódio,  Gustavo Chaves (que já apresentou palestra em Seminários sobre Software Livre) e Andreyev Melo, ambos do CPqD, também participaram do bate papo.


Áudio longo com  75 minutos de duração.


O Gustavo colocou alguns links sobre a conversa no seu blog:

Vídeo para mostrar o gdb com programa c no ubuntu

Click here to download:
gdb.zip (6 KB)


Nesse 2o semestre de 2011, estou no estágio PED da disciplina mc202 (Estruturas de Dados) e depois de algumas conversas com os alunos, com o professor e o outro monitor, decidi gerar um vídeo para mostrar como usar o gdb para encontrar um erro no programa, para depurar um programa.

O GNU Debugger, ou GDB, é um projeto de software livre que faz parte do desenvolvimento de código do projeto GNU. O projeto foi iniciado em 1986 por Richard Stallman e é mantido por uma comunidade de desenvolvedores.

Como ele pode ajudar a encontrar um erro em um programa c, c++, pascal ? O vídeo foi feito com o objetivo de ajudar nessa tarefa.

Os programas e arquivos utilizados podem ser baixados aqui nesse post. Eu executei os programas sob ubuntu 10.04, gcc 4.4.3 e gdb 7.1. Existe versão do gdb para windows também.

Para gerar o vídeo, eu utilizei o gtk-recordMyDesktop. Nesse post do mccs blog, eu expliquei como usá-lo.

Eu não fiz nenhum ensaio, nem edição, então o vídeo está tal como ficou na 1a gravação.

Bons programas de computador com o gdb! :)


Texto do The Mythical Man-Month de Frederick P. Brooks Jr


Estou lendo um livro, que outro dia folhiei: The Mythical Man-Month de Frederick P. Brooks Jr, professor de ciência da computação da University of North Carolina em Chapel Hill. O livro é de 1995, mas eu não havia lido. Já havia ouvido falar dele.

For some years I have been successfully using the following rule of thumb for scheduling a software task:
  • 1/3 planning
  • 1/6 coding
  • 1/4 component test and early system test
  • 1/4 system test, all components in hand.

This differs from conventional scheduling in several important ways:

1. The fraction devoted to planning is larger than normal. Even so, it is barely enough to produce a detailed and solid specification, and not enough to include research or exploration of totally new techniques.
2. The half of the schedule devoted to debugging of completed code is much larger than normal.
3. The part that is easy to estimate, i.e., coding, is given only one-sixth of the schedule.


 
O interessante livro, ainda não totalmente lido, me chamou a atenção  para minha estratégia de implementação do meu trabalho de mestrado. Os 1/4 de tempo para teste de sistema ainda não foi iniciado no meu trabalho.

Mudarei a estratégia para começar logo os testes de sistema. Nos outros itens da agenda da implementação, as coisas parecem estar compatíveis com a experiência desse professor.

Tecnologia e Natureza em 1981 por Celina

Click here to download:
redacao-celina.pdf (1.74 MB)
(download)

 

Estou fazendo uma limpeza de textos, documentos, apostilas e encontrei algumas redações que escrevi quando eu fiz cursinho preparatório para vestibular em 1981 no COC de Lins, São Paulo.

São minhas primeiras impressões sobre tecnologia, que eu tenho registro, quando eu estava com 16 anos, escritas em um mundo sem os computadores pessoais, sem acesso à internet e sem equipamentos eletrônicos portáteis no dia-a-dia. Só o gravador de fita K7, toca-discos de vinil, rádio, televisão. :)

O título foi sugerido pela professora de redação (me lembro do rosto dela, mas não do nome). O texto mostra um pouco da minha tendência forte, ainda adolescente, de escrever textos com muita lógica e sequência de idéias encadeadas. Minha eterna busca pela lógica!

E não era mesmo para eu fazer ciência da computação ?

Codificação de Caracteres Unicode e ISO-8859

No laboratório de Estruturas de Dados, surgiram dúvidas sobre codificação de caracteres. O professor nos apresentou um bom histórico e boas explicações sobre o assunto.

Um sistema de codificação de caracteres estabelece uma representação interna  ao computador  para todo caracter de um alfabeto. As codificações unicode e ISO-8859 são os padrões mais utilizados.

Eu encontrei um texto da Google sobre o uso da codificação que fala do uso delas. 50% das páginas web indexadas pelos mecanismos de busca da Google usam codificação unicode UTF-8, onde um caracter pode ser representado por 1 até 4 bytes.

As codificações ISO-8859-15US-ASCII ainda são muito usadas (+- 20% das páginas web cada uma), segundo o gráfico do texto da Google, mas representam um conjunto menor de caracteres, pois utilizam 2 bytes e 7 bits, respectivamente.

Eu editei meus arquivos de texto da dissertação (fontes em Latex) e os salvei para que estejam utilizando a codificação de caracteres UTF-8. Para fazer isso no sistema operacional que você usa, é recomendável procurar em um manual online do editor que você usa.

Para fazer modificações na codificação de caracteres em sistemas com bases de dados, a tarefa é bem mais complexa, pois tanto dados como programas precisam estar compatíveis.

Diagrama de classes do código fonte java

Click here to download:
Doxyfile (0 Bytes)

Eu tenho procurado ferramentas que mostrem o diagrama de classes do código fonte java e encontrei o Doxygen que gera documentação (em html e latex) apartir do código fonte que  inclui o diagrama de classes e de colaboração. A licença é GPL.

No ubuntu 10.10, eu instalei o Doxygen pelo gerenciador de pacotes.

Para configurar o Doxygen, eu usei as  configurações do arquivo Doxyfile que estão nesse post. Só mudei o estilo para UML do OMG (UML_LOOK = YES). Eu coloquei o Doxyfile no diretório dos fontes.

Depois, eu chamei o Doxygen,

/usr/bin/doxygen

e 2 diretórios foram gerados: o html e o latex. 

Para gerar a documentação pelo latex,

cd latex
make

É gerado um arquivo chamado refman.pdf.

No diretório html, o index.html aberto pelo browser, mostra os diagramas no browser.

Ainda não tive tempo para explorar seus recursos e outras ferramentas, mas os diagramas gerados pelo Doxygen tem me ajudado muito a conhecer o código fonte da camada RAID do hdfs. Além disso, eu tenho usado o eclipse para navegar pelo código.

Montar um disco externo no Ubuntu 10.04

Eu comprei um disco externo da SAMSUNG de 320GB no começo do ano e ele foi montado plug-and-play, tudo funcionando. Aí eu decidi usar duas contas para meu trabalho e foi aí que percebi que a primeira conta que abria sessão, montava o disco e nenhum outro usuário conseguia mais ler o disco.

Fui alterar a montagem do disco para os usuários do grupo gid=115(admin) poderem ler e escrever e os outros usuários apenas terem acesso de leitura.

Depois de ler o manual do mount
man mount

algumas páginas da documentação do Ubuntu e
https://help.ubuntu.com/community/Fstab
https://help.ubuntu.com/community/MountingWindowsPartitions

verificar como o disco estava sendo montado pelo automount:
more /etc/mtab

criei um mountpoint,
sudo mkdir /media/disco

testei o comando mount até obter o resultado esperado:
sudo mount -t vfat -o defaults,users,uhelper=udisks,uid=1001,gid=115,shortname=mixed,fmask=113,dmask=002,utf8=1,flush /dev/sdb1 /media/disco

Aí alterei o /etc/fstab e inclui as linhas
# disco externo SAMSUNG
LABEL=SAMSUNG /media/disco vfat defaults,users,uhelper=udisks,uid=1001,gid=115,shortname=mixed,fmask=113,dmask=002,utf8=1,flush 0 0

Está tudo funcionado como o planejado.